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A Rocha Natural na Arquitetura, é um dos maiores alinhamentos do setor com a sustentabilidade!

A arquitetura sustentável é, sem dúvida alguma, um assunto que já está na pauta dos mais renomados arquitetos em todo o mundo. Embora a sustentabilidade na arquitetura tenha se popularizado com mais força em tempos atuais, essa prática não é recente — na verdade, ela começou a ser difundida nos anos 90, durante a conferência da ONU que aconteceu em 1992 no Rio de Janeiro a ECO 92.

Rocha Natural - Quartzito Verde Avocatus disponível na Muralha Marmoraria
Rocha Natural - Quartzito Verde Avocatus

E diferentemente do que o mercado industrial popularmente propaga, a rocha natural é a maior protagonista da arquitetura sustentável. O homem faz uso das rochas naturais em seu benefício desde os primórdios e a própria origem natural das rochas, dispensando a incorporação de materiais poluentes em sua estrutura já a coloca em posição ímpar.


No processo de beneficiamento, temos a extração com o uso das máquinas de fio diamantado no desmonte dos blocos rochosos, aumentando significativamente os índices de aproveitamento da lavra.

Na serragem dos blocos rochosos, houve um significativo avanço através das tecnologias com multifios diamantados, que impactaram positivamente a transformação dos blocos em chapas, o que permitiu uma considerável redução no volume de resíduos, e ainda o desdobramento de blocos de rochas de estrutura complexa, que até então mantinham-se inexplorados.

Máquina de extração da rocha, com fios diamantados
Máquina de extração da rocha, com fios diamantados

Nos processos subsequentes de polimento, corte e acabamento, por serem processos pouco intensivos, que apenas lapidam e dimensionam a rocha sem alterar sua composição, temos o reuso da água, os insumos não-poluentes, e assim, o processamento se mantém alinhado com a produção sustentável.


Já na questão dos resíduos gerados ao final do processo, estes podem ser utilizados na pavimentação de vias em forma de placas ou britas, pisos, calçamento, e os resíduos finais podem ser reutilizados no processo de rochagem, que consiste em triturar a rocha para pulverizar na agricultura o pó da rocha, levando às plantas, os minerais que precisam para se desenvolverem, promovendo assim uma revolução verde em nosso país.


No que tange a análise do ciclo de vida, a rocha ornamental se auto valida pelas obras realizadas ao longo dos séculos e que ainda permanecem para provar o quanto as rochas são duráveis e resistentes, e assim, podemos afirmar que diante do atual cenário de obsolescência dos bens materiais, as rochas se consagram por sua perenidade.


Coliseu de Roma, um magnífico monumento da Roma antiga, todo revestido em Mármore Travertino - Sua contrução começou em 72 d.C e concluída em 80 d.C pelo Imperador Vespasiano. Embora parcialmente arruinado por causa de danos causados ​​por terremotos e saques, o Coliseu é ainda um símbolo da Roma Imperial.
Coliseu de Roma, um magnífico monumento da Roma antiga, todo revestido em Mármore Travertino - Sua contrução começou em 72 d.C e concluída em 80 d.C pelo Imperador Vespasiano. Embora parcialmente arruinado por causa de danos causados ​​por terremotos e saques, o Coliseu é ainda um símbolo da Roma Imperial.

As rochas ornamentais, portanto, são produtos sustentáveis e produzidas em processos sustentáveis. Sua estrutura natural aliada ao ciclo de processamento, que se fecha por completo, retornando ao resíduo final de forma benéfica para própria natureza, proporcionam menor custo ambiental para o planeta e colocam as rochas ornamentais brasileiras em posição de destaque como opção sustentável para serem utilizadas nas mais diferentes formas de aplicação na construção civil mundial, nacional, regional e local.


Veja aqui alguns belos projetos da arquitetura que utilizaram as rochas naturais.

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Contatos: (62) 3240-1313

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